La-Roccando

segunda-feira, abril 14, 2008

Formatura da Lídia

Só para deixar registrado, no blog da família, a Kika se formou em Direito em dezembro/2007.
Alguns momentos:


Missa
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Colo da Vó Dith
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Homenagem dos colegas de estágio (Promotoria da Infância e Juventude de Pelotas)
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Kika e Renata, relaxando, no final da festa.




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sexta-feira, setembro 15, 2006

Festa da Família-2007


É pessoal, tá na hora de começarmos a pensar em uma data para o
próximo encontro da Famiglia
Sugestões podem ser feitas na comunidade da Família, no orkut!

sexta-feira, agosto 18, 2006

FORMATURA DA LIDIA

Formatura da Lidia, filha de Clorisa e Eugênio:
algumas fotos da festa realizada após a colação de grau
Santa Maria, 12 agosto 2006

Clorisa, Eugênio e Lidia

Débora, Clô e Lidia

Lidia e Zeca

Clarice, Clorisa, Italo e Zeca

Arthur, Italo, João, Raquel , Álvaro

Rosa, Letícia, Verônica, Clarice, Zeca

Lara, Débora e Lidia

sábado, agosto 12, 2006

15 Anos


Fotografias enviadas pela Cristina de três aniversários de 15 anos, em que o bolo tinha o formato de abajur. Assim que chegarem detalhes e comentários, serão publicados no post! Portanto, comentem!

Cristina / Bolo feito pela tia Clélia
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Denise / Modelo do bolo da tia Clélia, confeccionado pela Nadege
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Fabiane / Bolo feito pela tia Clélia

Comentários:

# Cristina: "Com um detalhe Ana, todos com lâmpadas que eram acesas durante os parabéns." em 13/08/06

quinta-feira, junho 15, 2006

Encontro Marcado - Com Luiza La-Rocca


Dia 22/05/2006

terça-feira, junho 13, 2006

Quem não "gostamos" de doce?



Hummmm, que delícia!! Tô com água na boca!!
Nesta terça feira de jogo do Brasil na Copa do Mundo a La-Roccada, parece-me que tomada pelo apetite do Ronaldo 9, descambou a falar em comida, especialmente em doces. É só o que leio em scraps no orkut da parentada toda: receita de ambrosia, galinha ao suco de laranja, arroz com isso e aquilo...
Todos sabemos das habilidades quituteiras da família. Na casa da Vó Rosinha, os doces eram feitos “as tachadas”, em fogo de chão no fundo do pátio. Não poderia ser diferente!
Quem não lembra das delícias das festas de casamento dos primos?
A frente estavam a Tia Clélia ou a Tia Tereza, sempre assessoradas pelas cunhadas e algumas ajudantes, como a Eleni.
Da Tia Clélia, melhor seria enumerar quais festas não foram feitas por ela. Aliás, creio que todos os primos que casaram em Lavras, tiveram os “comes” feitos por ela.
Das festas da Tia Tereza, lembro do casamento do meu irmão Cláudio e dos 15 anos da minha sobrinha Fernanda. Maravilhosas!!
Confesso que eu era um privilegiado, pois como vizinho da Tia Clélia, sempre estava rodeando a sua cozinha.
Adorava quando ela desenformava os quindins: eu ficava na torcida para que "alguns" quebrassem nesta hora, pois, obviamente, estes não iam para as bandejas. Preciso dizer o que acontecia com eles? Hehehe, delícia!!!
E as rosinhas feitas de glacê? Uma a uma, com habilidade incrível. Mas sempre sobrava, quebrava ou entortava alguma. Hummmm!!!
E os bombons que ela fazia para rechear os bolos. Também, feitos um a um, à mão. Não era chocolate hidrogenado, não sei que massa era aquela, mas: hummmmm, que delícia! Estes não tinham quebrar ou sair errado. Eu tinha que aproveitar uma distração dela mesmo, hehehe.
Mas não eram só docinhos de mesa... não... tinham os pratos salgados também.
Mas prefiro, como bom La-Rocca, falar nos doces! E nos bolos de casamento, verdadeiras obras de arte, que merecem um post a parte, inclusive. (este eu deixo a cargo da Ana)
E as histórias por trás dos doces? Tem várias:
A Negrinha, que teve que comer vários vidros de compota;
O Tio Odone, que foi pular um tacho com doce que estava no fogo e caiu dentro;
O Italo, que fez xixi num tacho de doce de figos;
Um aniversário meu que a bola de futebol, confeitada, caiu no chão( chorei tanto!!);
A figada do Tio Dante, que ele não queria deixar ninguém comer!
Estas as que me lembro agora, mas oportunamente conto com detalhes, todas elas.
Ah, só para lembrar: doce de La-Rocca tem que ter bastante açúcar, muuuito açúcar.
Senão, não é doce. Concordam?
E por falar em açúcar, as vezes a Tia Clélia me pegava, na corrida, para esmagar o açúcar, pois naquela época o refinado vinha com muitas pedras, torrões muito duros. E só a marretadas para desmanchar. Claro que eu não gostava do serviço... mas a recompensa sempre era boa, muito boa!



sábado, maio 27, 2006

Natal, RN

Era cantando em Natal

Pati com tia Tereza e turma

Pati e Era com tia Tereza

Pati, Era, Rosa e turma cantando
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